
A Marinha dos Estados Unidos decidiu enfrentar de forma mais direta o problema crônico da ferrugem em seus navios de guerra, após imagens do destróier USS Dewey, coberto por manchas de corrosão, provocarem reação do presidente Donald Trump em 2025.
A exposição negativa acelerou a adoção de medidas para combater o desgaste estrutural e a má aparência das embarcações.
Segundo Mark Lattner, diretor de Engenharia de Integridade e Desempenho de Navios, a corrosão sempre foi tratada como um problema secundário diante de outras demandas operacionais. No entanto, ele destaca que a ferrugem vai além da estética, afetando diretamente a manutenção, a durabilidade e a prontidão das unidades navais.
Entre as soluções propostas estão o uso ampliado de tintas mais resistentes, melhorias nos sistemas de drenagem e a adoção de materiais menos suscetíveis à corrosão, como aço inoxidável e compósitos.
+Ucrânia captura tanque T-80BVM russo durante operação da 92ª Brigada
A Marinha também quer facilitar o trabalho dos marinheiros, reduzindo etapas na aplicação de tintas e incentivando a limpeza preventiva, em vez de apenas cobrir áreas danificadas.
Além disso, um novo sistema de avaliação por aplicativo permite classificar quantitativamente o estado dos navios, enquanto equipes especializadas e empresas contratadas auxiliam na preservação. Mesmo assim, Lattner admite que, devido às limitações operacionais e culturais, a Marinha dificilmente alcançará o mesmo padrão visual mantido por navios de cruzeiro comercial.
Fonte: The War Zone | Foto: X @WarshipCam | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
